Manifestantes protestam pelo país contra a morte de Marielle Franco

anifestantes foram às ruas em diversas cidades do país em protestos pedindo justiça após a execução da vereadora do Rio Marielle Franco (PSOL), morta a tiros na noite de quarta-feira(14) dentro de um carro na região central da capital fluminense. O motorista Anderson Gomes também foi baleado e morreu.No Rio de Janeiro houve protestos na Cinelândia e em diferentes pontos do Centro. Após acompanhar o velório na Câmara, o ato contra a morte de Marielle seguiu para a Alerj. Em São Paulo, milhares fecharam um trecho da Avenida Paulista em frente ao Masp.

Além dos atos no Brasil, houve protestos em Portugal em Nova York. No Parlamento Europeu, deputados do partido Podemos também se manifestaram.

Alagoas

Em Maceió, centenas de manifestantes se reuniram em frente à Câmara Municipal. O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em Alagoas, que organizou o movimento, diz que cerca de 300 pessoas participaram. A Polícia Militar não acompanhou a manifestação.

Amazonas

Em Manaus, representantes de diversas entidades sindicais, professores e estudantes promoveram uma manifestação na noite desta quinta-feira (15), no Largo de São Sebastião.

Bahia

Em Salvador, um grupo que participa do Fórum Social Mundialrealizou um ato na Universidade Federal da Bahia (Ufba) contra o assassinato. Sob gritos de "Marielle, presente!", os manifestantes caminharam pelo campus da Ufba, no bairro de Ondina.

Distrito Federal

Em Brasília, o ato reuniu manifestantes na praça Zumbi dos Palmares, região central da capital. O ato em Brasília começou por volta das 17h30. No chão da praça, os participantes espalharam velas acesas e fotos da vereadora, em sinal de luto. Nas mãos, balões pretos e cartazes com dizeres que pediam por "justiça" e perguntavam "quem matou Marielle Franco?".

Espírito Santo

Em Vitória, manifestantes se reuniram na Praça Costa Pereira, no Centro. De lá, os participantes seguiram em caminhada até o Palácio Anchieta, onde finalizaram o ato.

Mato Grosso

Em Cuiabá, militantes do PSOL e representantes de movimentos organizados participaram de um ato simbólico na Praça da República, no Centro.

Mato Grosso do Sul

No Centro de Campo Grande, os participantes discursaram sobre a morte da vereadora, gritaram palavras de ordem e a mensagem: “os mortos têm voz”. Após a concentração na praça Ary Coelho, o grupo de manifestantes percorreu algumas ruas da capital.

Minas Gerais

Em Belo Horizonte, manifestantes se concentraram na Praça da Estação, no Centro. O protesto também foi contra a violência sofrida pelos jovens negros e moradores de periferias e o governo de Michel Temer. A Polícia Militar não divulga estimativa de público em protestos. A organização do ato informou que cerca de 30 mil pessoas participam do ato.

Pará

Em Belém, cerca de 1.500 pessoas se reúnem no Mercado de São Brás para exigir investigação das mortes de Marielle e do líder quilombola Paulo Sérgio Almeida Nascimento, morto a tiros em Barcarena na segunda-feira (12). O grupo realizou um ato interreligioso, que reuniu lideranças do candomblé, Igreja Messiânica, luterana e católica. Por volta de 19h30, o grupo interditou a avenida José Bonifácio.

Paraná

No Centro de Curitiba, uma vigília reuniu cerca de 2 mil pessoas na Praça Santos Andrade, segundo a organização. A PM não divulgou estimativas. Os participantes se reuniram na escadaria do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Pernambuco

Na capital pernambucana, com faixas e cartazes, os manifestantes se reuniram por volta das 16h, em frente à Câmara Municipal do Recife, na Boa Vista, no Centro da cidade. Por volta das 17h30, eles iniciaram uma caminhada até o Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual.

Piauí

Em Teresina, a manifestação aconteceu no Memorial Esperança Garcia e contou com a participação de ativistas do movimento negro e de direitos humanos.

Rio de Janeiro

Em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, estudantes e professores se reuniram no campus da Universidade Federal Fluminense (UFF). Após a reunião na universidade, o grupo seguiu em passeata pela Avenida 28 de Março.

Em Petrópolis, os manifestantes se reuniram em frente à Câmara dos Vereadores.

Rio Grande do Norte

Em Natal, manifestantes se reuniram no final da tarde na sede do PSOL na capital potiguar e a caminhada seguiu em direção à Praça Cívica, na Zona Leste. Não há estimativa oficial sobre quantas pessoas participaram do protesto.

Rio Grande do Sul

Em Porto Alegre, a manifestação começou na Esquina Democrática, no cruzamento da Avenida Borges de Medeiros com a Rua dos Andradas, tradicional ponto de protestos no Centro da capital gaúcha. Estavam presentes, além de estudantes e militantes de movimentos sociais em defesa das mulheres e dos negros, políticos, em maioria do partido de Marielle.

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul suspendeu a sessão plenária.

Santa Catarina

Em Florianópolis, centenas de manifestantes se reuniram no Centro. Eles levaram faixas, cartazes e bandeiras para o ato. A concentração da manifestação ocorreu na esquina das Ruas Deodoro e Conselheiro Mafra.

São Paulo

Em Campinas, a manifestação começou no meio da tarde com uma vigília no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) da Unicamp. Depois disso, eles seguiram para o Largo do Rosário, Centro, onde houve concentração. De lá, os participantes fizeram uma passeata até a Praça Bento Quirino, para realização de um sarau.

Em Piracicaba, manifestantes se concentraram no Terminal Central de Integração e depois seguiram até a Câmara.

Em Ribeirão Preto, o ato teve início por volta das 18h na Esplanada do Theatro Pedro II, no Centro da cidade, e reuniu cerca de 200 pessoas.

Em Santos, o grupo se reuniu na Praça dos Andradas, no Centro da cidade.

Em São Carlos, os manifestantes se reuniram na Praça do Mercado e subiram a Avenida São Carlos até a Praça dos Pombos. O trajeto terminou com um minuto de silêncio.

Em Sorocaba, os manifestantes se reuniram no cruzamento das ruas Doutor Braguinha e Barão do Rio Branco.

SergipeEm Aracaju, o protesto foi realizado na porta da Câmara Municipal. No local, representantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), membros de movimentos sociais e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) exibiram cartazes e pediram o fim da violência.

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