Análise: Atlético-MG entra para vencer, cria para empatar, mas vacila muito no ataque e perde Time começa o jogo bem encaixado e, após sofrer o gol, se lança ao ataque, mas sofre com a falta de inspir

O Atlético-MG foi a Curitiba na noite desse sábado e, se vencesse o Athletico-PR, dormiria a dois pontos do líder Santos. O time acabou derrotado por 1 a 0 e, na análise pós-jogo, Rodrigo Santana avaliou que o Galo não mereceu o revés. Destacou que o time não se acovardou, entrou em campo pensando na vitória e até teve o controle do jogo em alguns momentos. É tudo verdade, mas o desempenho do ataque como um todo foi o que impossibilitou que o Alvinegro saísse da Arena da Baixada com pelo menos um ponto.

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A palavra "vacila" no título deste texto se encaixa melhor que a palavra "erra", porque não foram só erros, tomadas de decisão equivocadas - apesar de que elas também apareceram, especialmente com Papagaio, que teve pelo menos três boas chances, mas finalizou muito mal. Os vacilos englobam também a baixa intensidade de Cazares, que esteve muito mal, os erros displicentes de Chará, que foi um dos piores do time, e a atuação mediana de Vinícius. O ataque, como um todo, não fez por merecer o gol.


Rodrigo Santana foi corajoso quando perdia o jogo e colocou Nathan na vaga de Ramón Martínez, deixando Elias como primeiro volante, o que raramente acontece. O time estava bem encaixado em campo e, por isso, criou chances. Otero e Nathan até entraram bem, mas o Galo sempre esbarrava na noite infeliz daqueles que deveriam decidir. E, em algumas ocasiões, parou também no ótimo goleiro Santos.


Não é uma derrota para gerar desespero. Também houve pontos positivos. Réver e Igor Rabello foram muito firmes (mais uma vez), Fábio Santos fez um jogo seguro, Guga fez um primeiro tempo ruim, mas melhorou na etapa final. A defesa, como um todo, não foi mal. Vacilou ao deixar Marcelo Cirino sem marcação no gol do Athletico-PR, mas evitou outras chances que poderiam significar outros gols sofridos.

É comum ouvirmos que "se o time não sofrer gol, está próximo da vitória". É uma constatação verdadeira - e até óbvia -, mas sofrer gols é como marcar gols: faz parte do jogo. No caso da derrota em Curitiba, ficou muito evidente que ela veio não porque o Galo sofreu um gol do Furacão na Arena da Baixada (o que é absolutamente natural), e sim porque não fez, mesmo estruturado e bem armado para isso. Fica a lição e o exemplo para os próximos desafios.

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